sábado, 8 de dezembro de 2012

BAIXA VISÃO

               DICAS E SUGESTÕES – BAIXA VISÃO


- Ensine a criança e o jovem sobre sua deficiência e sobre o que eles podem ver ou não poder ver bem (muitas crianças não têm consciência disso).

- Os alunos com baixa visão deverão trabalhar olhando para os objetos e para as pessoas (algumas crianças apresentam comportamento de cegos, olham para o vazio. Peça para que “olhe” o objeto ou pessoa em questão).

- Ajude-o a desenvolver comportamentos e habilidades para participar de brincadeiras e recreações junto com os colegas, facilitando o processo de socialização e inclusão.

- Oriente o uso de contraste claro e escuro entre os objetos e seu fundo.

- Estimule o aluno a olhar para aspectos como cor, forma e encoraje-o a tocar nos objetos enquanto olha.

- Lembre-se que o uso prolongado da baixa visão pode causar fadiga.

- Seja realista nas expectativas do desempenho visual do estudante, encorajando-o sempre ao progresso.

- Encoraje a coordenação de movimentos com a visão, principalmente das mãos.

- Oriente o estudante a procurar recursos como o computador pois, ele se cansará menos e aumentará sua independência.· Pense nos estudantes com baixa visão como pessoas que vêem.

- Use as palavras “olhe” e “veja” livremente.

- Esteja ciente da diferença entre nunca ter tido boa visão e tê-la perdido após algum tempo.

- Compreenda que o sentido da visão funciona melhor em conjunto com os outros sentidos.

- Aprenda a ignorar os comentários negativos sobre as pessoas com baixa visão.· Dê-lhe tempo para olhar os livros e revistas, chamando a atenção para os objetos familiares. Peça-lhes para descrever o que vê.

- Torne o “olhar” e “ver” uma situação agradável, sem pressionar.

IMPORTANTE: Deve-se evitar fazer tudo pela criança com baixa visão para que ela não se canse ou se machuque. Ela deve ser responsável pelas próprias ações.

 


NÃO ÓPTICOS PARA BAIXA VISÃO

Os recursos não ópticos são aqueles que melhoram a função visual sem o auxílio de lentes ou promovem a melhoria das condições ambientais ou posturais para a realização das tarefas (podem ser efetuados pelo professor). Os meios para que se consiga esta melhora são:

- Trazer o objeto mais próximo do olho, o que aumenta o tamanho da imagem percebida (ou seja, deixe a criança aproximar o objeto do rosto ou aproximar-se para observar algo, como por exemplo, a lousa ou a TV);

- Aumentar o tamanho do objeto para que ele seja percebido.

CARACTERÍSTICAS DE MATERIAL IMPRESSO PARA BAIXA VISÃO

- Desenhos sem muitos detalhes (muitos detalhes confundem);

- Uso de maiúsculas;

- Usar o tipo (letra) Arial;

- Tamanho de letra em torno de 20 a 24 (ou seja, ampliada);

- Usar entrelinhas e espaços;

- Cor do papel e tinta (contraste).

FORMAS DE AMPLIAÇÃO

- Fotocopiadora;

- Computador;

- Ampliação à mão: é a mais utilizada e deve seguir requisitos como tamanho, espaços regulares, contraste, clareza e uniformidade dos caracteres.

 

MATERIAIS

- Lápis 6B e/ou caneta hidrográfica preta;

- Cadernos com pautas ampliadas ou reforçadas;

- Suporte para livros;

- Guia para leitura;

- Luminária com braços ajustáveis.

OUTRAS DICAS INPORTANTES

   Nos CAPES pode ser encontrado o caderno com pauta ampliada (mais larga) para alunos com baixa visão; mas também pode ser confeccionado utilizando o próprio caderno do aluno riscando com uma caneta hidrocor preta uma linha sim, outra não. Como normalmente os cadernos encontrados hoje em dia as linhas são claras, não haverá problema pois, normalmente o aluno não consegue enxergar as linhas mais clara somente as mais escuras e ele poderá escrever no espaço entre elas (no caso utilizando 2 linhas).

   Para alguns alunos é necessário um espaço maior entre as linhas; como não encontramos este tipo de caderno no mercado pode-se encadernar um maço de sulfite, colocar uma capa e traçar as linhas, folha por folha (com lápis 6B) de acordo com a necessidade do aluno. As mães costumam colaborar quando orientadas neste sentido.

   Caso o aluno apresente além da baixa visão, uma dificuldade motora, pode-se utilizar de letras móveis em papel para que o aluno cole as letras, formando palavras, ao invés de escrever.

   Para evitar o cansaço de estar constantemente com o rosto sobre o caderno, pode-se utilizar um suporte para leitura encontrado em casas que trabalham com artigos para deficientes visuais. Pode ainda ser confeccionado ou ser utilizados livros, como suporte, embaixo do caderno para que este possa ficar mais elevado.

   O professor pode ainda confeccionar uma grade para facilitar a escrita do aluno com baixa visão. Pode ser utilizado uma lâmina de radiografia, como na foto, do tamanho da folha do caderno e com a mesma medida das linhas ou ainda em papel cartão com cores que contrastem com o fundo branco da folha do caderno. Para a leitura pode ser confeccionado no mesmo modelo, uma guia para leitura utilizando-se somente uma linha vazada e à medida que o aluno vai lendo a guia vai sendo deslocada para a linha de baixo, o que evita que ele se perca durante a leitura.

   O professor também pode se utilizar dos encartes que contém figuras grandes para trabalhar com o aluno com baixa visão para reconhecimento dos produtos e palavras conhecidas bem como com rótulos de embalagens que são utilizados em seu dia-a-dia. A medida que ele vai aprendendo a ver começará a identificar figuras cada vez menores. O aluno pode recortar o produto que identificou visualmente e nomeá-lo. Posteriormente pode colocar as figuras em ordem alfabética criando um livrinho.

   Pode-se ainda trabalhar com jogos pedagógicos.

IMPORTANTE: Ensine a criança e o jovem sobre sua deficiência e sobre o que eles podem ver ou não poder ver bem (muitas crianças não têm consciência disso). O professor deverá identificar o tamanho de letra que a criança consegue enxergar para realizar as atividades, caso contrário não se sentirá motivado a realizar as tarefas. O professor deve estar atento pois este pode ser um dos motivos pela falta de interesse e indisciplina do aluno. Se perceber que o aluno apresenta dificuldade em enxergar peça aos pais para que leve-o ao oftalmologista.

DEFICIÊNCIA VISUAL



Como trabalhar com alunos com Deficiência Visual?



Material específico

A escola deve solicitar à mantenedora o material didático necessário — regletes (régua para escrever em braille) e soroban —, além da presença de um profissional para ensinar a criança cega, os colegas e os professores a ler e escrever em braille. O deficiente deve contar com tratamento oftalmológico e receber, na rede ou em instituições especializadas, instruções sobre mobilidade e locomoção nas ruas. Deve também conhecer e aprender a utilizar ferramentas de comunicação, como sintetizadores de voz que possibilitam ao cego escrever e ler via computador. Em termos de acessibilidade, o ideal é colocar cercados no chão, abaixo dos extintores de incêndio, e instalar corrimão nas escadas.
 

Dicas:
1- Pergunte ao aluno e à família quais são as possibilidades e necessidades dele.
2- A melhor maneira de guiar o cego é oferecer-lhe o braço flexionado, de forma que ele possa segurá-lo pelo cotovelo.
3- Descreva os ambientes com detalhes e não mude os móveis de lugar com freqüência. Os recursos didáticos aconselhados são: lupa, livro falado e materiais desportivos como bola de guizo.
4- Busque na turma colegas dispostos a ajudá-lo.
5- Substitua explicações com gestos por atividades em que o deficiente se movimente. Por exemplo: forme uma roda com a criançada para explicar o movimento de translação da Terra.

 
 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011


Curso de Formação PEI

Um dos grandes desafios dos profissionais que trabalham com aprendizagem tem sido ajudar a promover em seus mediados as habilidades para pensar e para aprender de maneira eficiente e autônoma.

Pensar de maneira clara e precisa, comunicar idéias de forma lógica e fluida, ser capaz de identificar as fontes de dificuldades de problemas, transferir conhecimentos adquiridos para diferentes áreas, estar motivado e curioso para aprender, gerar novos conhecimentos, ser um ator ativo e criativo são alguns dos objetivos contemplados neste programa.

Este curso trata-se de um aperfeiçoamento profissional ao final do qual seus participantes estarão capacitados a aplicar os instrumentos do PEI (Programa de Enriquecimento Instrumental) e a utilizar as técnicas da Mediação em diferentes contextos: escolar,  clínico, reabilitativo, empresarial, em contextos de formação universitária e de educação continuada.

O que é o PEI?

O PEI (Programa de Enriquecimento Instrumental) é um programa prático de intervenção cognitiva fundamentado na Mediação da Aprendizagem que pode ser utilizado de maneira individual ou em grupo.

O programa completo é composto de 14 instrumentos (14 conjuntos de tarefas de diversos conteúdos e modalidades, contendo 20 a 30 páginas cada). Seu crescente nível de complexidade favorece a construção sistemática e estrutural de funções cognitivas e operações mentais necessárias à aprendizagem.

O objetivo central do PEI é a produção de modificações nas estruturas cognitivas dos indivíduos, expandindo o potencial de aprendizagem, aumentando a eficiência mental e melhorando a qualidade do desempenho intelectual.

O PEI pode ser utilizado em crianças na idade escolar e em adultos de vários níveis de funcionamento. O programa está traduzido em 12 línguas e é utilizado em diversos países. O PEI foi desenvolvido pelo renomado psicólogo israelense Dr. Reuven Feuerstein.

Quem é Reuven Feurestein?

Reuven Feuerstein nasceu em Botosan (Romênia) em 1921. Em 1944 imigrou para Israel, onde se dedicou à educação dos adolescentes sobreviventes ao Holocausto. Foi a partir dos estudos com estes jovens que Feuerstein e seus colaboradores desenvolveram um sistema de Avaliação Dinâmica do Potencial de Aprendizagem (LPAD) e um método de intervenção cognitiva, o Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI).

De 1950 a 1955, Feuerstein estudou na Universidade de Genebra, sob o comando de Andrey Rey e Jean Piaget, completando a sua formação em Psicologia Geral e Clínica. Obteve o seu PhD em Psicologia do Desenvolvimento na Sorbonne, em 1970.
Mais informações: www.icelp.org

Áreas de Aplicação do PEI

Área educacional - para alunos do ensino regular, de sala de recursos, superdotados e na educação de adultos.
Área clínica – com todos os indivíduos a partir de 8 anos que necessitem de uma abordagem cognitiva para superar suas dificuldades de aprendizagem e/ou de comportamento.
Área empresarial – em programas de treinamento das habilidades de pensamento e de aprendizagem e na promoção da produtividade.
Área institucional e social – como uma ferramenta adicional para ajudar indivíduos que necessitam socializar-se, praticar atividades intelectuais, recuperar a auto-estima e melhorar suas capacidades cognitivas.



quarta-feira, 27 de julho de 2011

Projeto Currículo Global Para a Sustentabilidade

Os 8 Conceitos Chave do Projeto Currículo Global Para a Sustentabilidade

1- Resolução de Conflitos

Compreender a natureza dos conflitos, seu impacto no desenvolvimento e porque é preciso para manejá-los e promover a harmonia

  • Conhecer diferentes exemplos de conflitos locais, nacionais e internacionais e diferentes formas de resolvê-los.
  • Compreender que há escolhas e conseqüências para os outros ao se lidar com conflitos.
  • Compreender a importância do diálogo, tolerância, respeito e empatia
  • Desenvolver habilidades de comunicação, advocacia, saber defender pontos de vista, negociação, compromisso e colaboração
  • Reconhecer que o conflito pode ser potencialmente criativo
  • Compreender algumas formas pelas quais o racismo se manifesta e responder a elas
  • Compreender que os conflitos podem ter impacto sobre pessoas, lugares e ambientes, localmente e globalmente

2- Justiça Social

Compreensão da importância da Justiça Social como u elemento tanto do desenvolvimento sustentável como da melhoria do bem estar das pessoas

  • Valorizar a justiça social e compreender a importância disso para assegurar equidade, justiça, para todos dentro das sociedades e entre elas
  • Reconhecer o impacto da desigualdade de poder e da desigualdade no acesso aos recursos
  • Considerar que as ações têm conseqüências intencionais e não intencionais nas vidas das pessoas e apreciar a importância de escolhas informadas
  • Desenvolver motivação e compromisso para realizar ações que contribuam para um mundo mais justo
  • Desafiar o racismo e outras formas de discriminação, desigualdade e injustiça
  • Compreender e valorizar a igualdade de oportunidades
  • Compreender como injustiças do passado afetam as políticas contemporâneas locais e globais

3- Valores e Percepções

  • Desenvolver uma avaliação crítica das representações de temas globais e uma apreciação dos efeitos que eles têm nas atitudes e valores das pessoas
  • Compreensão de que as pessoas têm diferentes valores, atitudes e percepções
  • Compreender a importância e o valor dos direitos Humanos
  • Desenvolver múltiplas perspectivas e novas formas de perceber eventos, temas, problemas e opiniões
  • Questionar e desafiar pressupostos e percepções
  • Compreender o poder da mídia de influenciar percepções, escolhas e estilos de vida
  • Compreender que os valores que as pessoas tem, moldam as suas ações
  • Usar diferentes temas, eventos e problemas para explorar as percepções que as crianças e os jovens têm sobre seus próprios valores e crenças, bem como sobre os valores e crenças dos outros

4- Desenvolvimento Sustentável- Sustentabilidade

  • Compreensão da necessidade de manter e melhorar a qualidade de vida hoje, sem prejudicar o planeta e inviabilizá-lo para as futuras gerações
  • Reconhecer que alguns dos recursos do planeta são finitos e portanto devem ser usados de forma responsável por cada um de nós
  • Compreender as interconexões entre as esferas sociais, econômicas e ambientais.
  • Considerar futuros prováveis e preferíveis e considerar como realizar o futuro preferível
  • Avaliar que desenvolvimento econômico é apenas um aspecto da qualidade de vida
  • Respeitarem-se uns aos outros
  • Apreciar a importância do uso sustentável de recursos- repensar, reduzir, reparar, re-usar, reciclar – e obter materiais de fontes administradas sustentavelmente

5-Interdependência

Compreensão de como as pessoas, lugares, economias e ambientes estão todos intrinsecamente relacionados, e que escolhas e eventos tem repercussão em escala global

  • Compreender o impacto da globalização e que escolhas feitas tem conseqüências em diferentes níveis, do pessoal ao global
  • Valorizar os elos entre as vidas dos outros e as nossas próprias vidas enquanto crianças, jovens ou adultos.
  • Compreender a influencia que diversas culturas e idéias (políticas, sociais, religiosas, econômicas, legais, tecnologias e científicas) têm umas sobre as outras e valorizar a complexidade da interdependência.
  • Compreender como o mundo é uma comunidade global e o que significa ser um cidadão
  • Compreender como ações, escolhas e decisões tomadas em um país podem impactar positiva ou negativamente a qualidade de vida das pessoas em outros países

6-Direitos Humanos

Conhecer sobre direitos Humanos, inclusive a Convenção das nações Unidas sobre os Direitos da Criança e o ECA

  • Valorizar nossa humanidade comum e o significado de direitos humanos universais
  • Compreender direitos e responsabilidade de um contexto global e a inter relação entre o global e o local
  • Compreender que há direitos e responsabilidades (deveres) competindo em diferentes situações e conhecer as situações em que direitos humanos estão sendo ao mesmo tempo negados e reivindicados localmente e globalmente
  • Compreender os direitos humanos como uma estrutura que desafia desigualdades e preconceitos, como o racismo
  • Conhecer a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito das Crianças e o ECA
  • Compreender a universalidade e a indivisibilidade dos direitos humanos

7- Diversidade

Compreender e respeitar diferenças e relacioná-las à nossa humanidade comum

  • Apreciar semelhanças e diferenças ao redor do mundo e no contexto dos direitos humanos
  • Compreender a importância de respeitar diferenças em cultura, costumes, e tradições e como as sociedades são organizadas e governadas.
  • Desenvolver um senso de grande admiração e respeito pela diversidade de povos e ambientes no mundo
  • Valorizar a biodiversidade
  • Compreender o impacto do ambiente em culturas, economias e sociedades.
  • Valorizar diferentes perspectivas sobre assuntos globais e como as iden3tidades afetam opiniões e perspectivas
  • Compreender a natureza dos preconceitos e da discriminação e como podem ser desafiadas e combatidas

8- Cidadania Global

Construir conhecimento, habilidades e compreensão dos conceitos e instituições necessários para tornarem-se cidadãos informados, ativos, responsáveis

  • Desenvolver habilidades para avaliar informação e diferentes pontos de vista sobre temas globais por meio da mídia e de outras fontes.
  • Aprender sobre instituições, declarações e convenções e sobre o papel de grupos, ONGs e governos sobre os temas globais
  • Desenvolver a compreensão de como e porque decisões chave são feitas
  • Valorizar e escutar as opiniões e preocupações das crianças e jovens, pois elas importam; valorizar a tomada de ação responsável, que possa influenciar e afetar os temas globais
  • Considerar o contexto global e local, os temas nacionais e as decisões a respeito, a nível pessoal e social
  • Compreender os papéis da linguagem, lugar, artes, religião, na construção de sua própria identidade e na dos outros.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Viagem à Leeds (Inglaterra)

Grupo de professores de Benin (África): Conrad, André, Françoa, entre outros.
Durante 5 dias tivemos ministrações de diversas autoridades da Educação, Secretário da Educação; Ong's; Professores; etc., foi um grande aprendizado. Na foto profs. Eduardo e Sergio, professora Isa e a Coordenadora Dinah(Cecip) do Brasil.

Viagem à Leeds (Inglaterra) 09/10/2010

Fomos à prefeitura e recebidos com honra pelo Prefeito e a 1ª Dama de Leeds, na foto Margie (minha Intérprete).

domingo, 6 de março de 2011

Minha viagem à Leeds (Inglaterra)

Eu e o professor Eduardo (Brasil) e as professoras da Àustria e República Theca.

Projeto Currículo Global Para A Sustentabilidade

De 5 escolas participantes(vide postagem abaixo) no Brasil deste projeto, 5 professores de cada escola e qual não foi a minha surpresa e alegria em saber que fui escolhida para ir à Inglaterra na cidade de Leeds representando a escola que trabalho(Luiza Hidaka) e o Brasil. Esta viagem aconteceu no dia 09/10/2010. Deste projeto onde participa além da Inglaterra, Brasil, Benin(África),Àustria e República Tcheca.

Projeto Currículo Global Para A Sustentabilidade

Projeto Currículo Global para a Sustentabilidade e Centro de Criação de Imagem Popular (CECIP) Iniciativa: ONGS Sud wind - Áustria Líder do Projeto Livro: No outro Brasil é possível Educação e sustentabilidade São 5 países envolvidos, 150 professores. No Brasil 25 professores, 5 Escolas participantes. De 10 escolas estaduais participantes com Projeto apenas duas foram selecionadas, destas duas, uma é a Escola Luiza Hidaka que trabalho e a outra a E. E. Julia Pantoja. Uma escola municipal Guilherme de Almeida e o Bandeirantes e Politéia que são escolas particulares.

O PAPEL DO PSICOPEDAGOGO NO TRATAMENTO  DE AUTISTAS Dentre as diversas formas terapêuticas as quais uma criança a...